sábado, 26 de julho de 2008
Sobre vilões e cavaleiro
Também não sei como começou. Acho que foi quando eu era pequeno. A primeira vez que eu lembro ter torcido por um vilão, foi em um desenho que eu não lembro o nome, mas isso é o que menos importa.
Os desenhos estavam me deixando entediado. Era (é) sempre a mesma coisa. No final os Smurfs ganham do Gargamel, o He-Man vence o Esqueleto e por aí vai.
Me lembro, até hoje, de um comentário que o pai de um amigo meu fez quando assistíamos desenho na casa dele. "Eu gosto muito mais dos desenhos do Pica-Pau do que do Pernalonga, porque às vezes o Pica -Pau se dá mal."
Hoje eu não posso dizer que torço para os vilões, mas um vilão interessante é meio caminho para que um filme, desenho, seriado ou novela dê certo. E uma das coisas que eu mais aprecio em um vilão é sua imprevisibilidade. Assim como os desenhos do Pica-Pau eram imprevisíveis. Ele poderia se dar bem no final, ou não.
Um bom vilão faz o herói ser muito mais interessante.
Eu falei esse monte de abobrinha p/ poder chegar no filme Batman - O Cavaleiro das Trevas.
Eu não sou grande fã do Batman, nunca li uma HQ dele e não conheço todos seus inimigos. Já vi alguns filmes do personagem no cinema e alguns desenhos animados que passavam na tv.
O "O Cavaleiro das Trevas" é a melhor coisa que já vi de Batman. O filme é bom e está tudo lá, o sinaleiro, o batmóvel, as bugigangas do cinto de utilidades e etc. E é claro que eu não acho que essa tenha sido a melhor sequência de Batman exatamente por ter mais do mesmo. O destaque do filme é o Coringa.
O vilão foi muito bem interpretado e ganhou um toque diferente dos Coringas dos outros filmes. Eu me lembro dos Coringas interpretados pelo Jack Nicholson e pelo Jim Carrey e eles sempre foram marcados pela sarcasmo. Este Coringa, interpretado por Heath Ledger, é marcado pelo seu lado louco e excêntrico. Ele é um verdadeiro monstro.
Ficou com cara de vilão que eu gosto, cheio de "tics", frio, calculista e, principalmente, imprevisível.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
TOP 10 - 6º e 5º
6º - Kiss – Alive III: É, eu sei. Eu também não acho que esse seja o melhor dos “Alives” do Kiss. Foi um dos primeiros álbuns que eu ouvi do Kiss e alguns meses depois eles vieram ao Brasil fazer o show no autódromo de Interlagos.
5º - Pain of Salvation –
terça-feira, 8 de julho de 2008
Opa, essa foi quase.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Top 10 - 8º e 7º
Continuando com o TOP 10, aí estão os 8º e 7º lugares.
8º - Guns n´ Roses – Appetite for Destruction: Ganhei esse álbum em um programa da 89FM, a Rádio Rock. Ainda me lembro das músicas que escolhi para ganhá-lo (Hole Hearted do Extreme, Civil War do Guns n´Roses e Guilty of Love do Whitesnake.). Além desse fato, o álbum é excelente. É a fase mais crua e revoltada do Guns. Muito bom.
7º - Pantera – Reiventing Hell: O Pantera não poderia ficar de fora da minha lista. Eu fiquei pensando se colocava o Cowboys from Hell ou o Vulgar Display of Power, então decidi colocar um que tivesse o melhor dos dois álbuns. E o melhor é que além do CD com o que o Pantera tem de melhor, ainda vem um DVD com alguns clipes da banda.
terça-feira, 1 de julho de 2008
É assim que se faz!
Eu estava chegando em casa, depois do trabalho, e vi um rapaz ao lado de um mendigo perto de uma padaria.
O rapaz estava com roupa social, via-se que ele também tinha saído do trabalho. Não sei se ele estava esperando alguém ou se ele simplesmente resolveu para ali e conversar com o mendigo.
Na verdade, isso pouco importa. Eu não sei do que eles estavam falando, mas quando eu passei ao lado deles eu ouvi o rapaz dando um conselho muito legal ao mendigo. Não me lembro as palavras exatas, mas ele dizia algo como: "Você não pode se acomodar e ficar sentado aqui esperando as esmolas dos outros. Você tem que se levantar, se esforçar e ir atrás de algum trabalho."
Algumas pessoas que me conhecem sabem que eu sou totalmente contra dar esmolas para moradores de rua, principalmente se for criança. Eu acho que quando damos dinheiro ou comida para essas pessoas, nós estamos financiando e incentivando a mediocridade.
Eu tenho dó dessas pessoas, mas já conversei com gente que faz trabalho social e eu fiquei sabendo que muitos desses moradores de rua são convidados a ficarem em albergues e outros lugares parecidos, mas muitos recusam, pois eles preferem ficar pedindo na rua ao invés de se juntar a outros moradores de rua e trabalhar nesses abrigos.
Por isso eu não dou dinheiro para essas pessoas. E me dá vontade de rir quando alguém me diz que não dá dinheiro, só dá comida. De qualquer um dos dois jeitos, nós estamos incentivando essas pessoas a continuarem pedindo na rua e não a ir trabalhar ou estudar. E na verdade nós estamos alimentando os marginais que depois vão quebrar os vidros de nossos carros p/ roubar nossos bens, que vão nos assaltar quando estivermos saindo do banco e assim por diante.
Se é p/ ajudar, vamos ajudar quem quer ser ajudado. Há várias instituições fazendo trabalhos belíssimos com crianças e jovens que realmente estão dispostos a se transformar em homens de bem.
Por isso eu gostei tanto dos conselhos que o rapaz estava dando ao mendigo. Se o mendigo ouviu essas palavras de coração, tenho certeza que valerá muito mais do que todas as esmolas que ele recebeu até hoje.